segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Reflexão!


 
Quando dizemos: “Pai Nosso que estais nos céus...”, realmente cremos que Deus é pai onipresente e onipotente?

“Santificado seja vosso Nome...”, Será que realmente santificamos o Nome do Senhor com nossa vida e nossos atos?

“Venha a nós o teu reino e seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos Céus...”, qual reino está semeando nessa Terra? E realmente fazemos algo ante a vontade de Deus?

“O pão nosso de cada dia nos dai hoje...”, pedimos sempre o pão de cada dia, pedimos assim também pelo nosso irmão que não o tem? Este pão pode ser não só o material, mas a Palavra para o faminto de espírito?

“Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos há quem nos tem ofendido...”, Talvez seja este o mais difícil para nós e requer uma profunda reflexão, será que realmente perdoamos os que nos ofendem? Nosso coração, esta limpo desta mancha?

“E não nos deixei cai em tentação...” Oremos sempre ao Senhor pelas tentações que não são poucas e que nos chega de varias formas;

“Mas livra-nos de todo mal...”, Peçamos constantemente, que a Graça nos alcance e que os males deste mundo não nos destruam nem nos afaste do projeto de Deus;

“Amém!” E para que assim seja, reflitamos bem, fazendo uma autoanálise da nossa vida.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Documento do Concílio Vaticano II



Com frequência a Igreja é chamada também construção de Deus (1 Cor 3,9). A si mesmo, o Senhor se comparou a uma pedra que os construtores rejeitaram, mas se tornou a pedra angular (Mt 21,42 – At 4,11- Ped 2,7 – Sl 117,22). Sobre este fundamento a Igreja é constituída pelos Apóstolos (1 Cor 3,11). Dele recebe firmeza e coesão. Esta construção recebe vários nomes: casa de Deus na qual habita a sua família, morada presente Deus no Espírito (Ef 2,19-22); tenda de Deus entre os homens (Apoc 21,3) e principalmente templo santo, que, representado em santuário de pedra, é louvado pelos santos padres e, não sem razão, comparado na Liturgia com a Cidade Santa, a nova Jerusalém. Pois nela quais pedras vivas somos edificadas nesta terra (1 Ped 2,5). E João contempla esta cidade que, na renovação do mundo, desce do céu, de junto de Deus, adornada como uma esposa ataviada para o seu esposo (Apoc 21,1 SS).

A igreja é chamada também “Jerusalém celeste” e “nossa mãe” (Gal 4,26 – Apoc 12, 17). É ainda descrita como esposa imaculada do cordeiro imaculado (Apoc 19,7 – 21,2 e 9 – 22,17). Cristo “amou-a Por ela se entregou, para santifica-la” (Ef 5,26); associou-a a Si no amor e na fidelidade (Ef 5,24); enfim cumulou-a para sempre de bens celestes para que compreendemos a caridade de Deus e de Cristo para conosco, que ultrapassa todo o conhecimento (Ef 3,19). Enquanto, pois, nesta terra a Igreja peregrina longe do Senhor (2 Cr 5,6), considera-se exilada e assim busque e saborei as coisas lá do alto, onde o Cristo está sentado a direita de Deus, onde a vida da Igreja está escondida com Cristo em Deus, até que apareça com seu Esposo na glória (Col 3,1-4).

Lumem Gentium.