Prevenção
A prevenção de incêndio envolve uma série de providências e
Cuidados, cuja aplicação e desenvolvimento visam evitar o aparecimento de um.
Princípio de incêndio, ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja.
Verifica-se que a causa material da maioria absoluta dos incêndios é sempre
Acidental, isto é, reflete o resultado de falhas humanas. Daí concluir-se que
Praticamente os incêndios que destroem Edificações industriais, comerciais e.
Residenciais, têm origem em condições e atos inseguros perfeitamente evitáveis.
Numa flagrante demonstração de que a todos cabe uma parcela de
Responsabilidade.
A adoção de medidas preventivas visando evitar o incêndio e o pânico,
Sem dúvida preservará a segurança e a tranquilidade das pessoas nos seus locais
De trabalho e nos lares, além de converterem-se em benefícios social e econômico.
Para a sociedade em geral. Porém, para que isto se torne realidade, é preciso que.
Todos tomem consciência da necessidade da participação ativa na aplicação mais
Efetiva das medidas de segurança, pois não se trata apenas de proteger o patrimônio, mas também e, sobretudo, de resguardar a vida humana.
Classes de incêndios:
O agente extintor mais apropriado para cada tipo de incêndio depende do material que está em combustão. Em alguns casos, alguns agentes extintores não devem ser utilizados, pois coloca em risco a vida do operador do equipamento. Os extintores trazem em seu corpo as classes de incêndio para as quais é mais eficiente, ou as classes para as quais não devem ser utilizados:
- Classe A: Incêndio em materiais sólidos cuja queima deixa resíduos ocorrendo em superfície e em profundidade, como madeira, papel, tecidos, borracha. Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo água ou espuma.
- Classe B: Incêndio em líquidos e gases cuja queima não deixa resíduo e ocorre apenas na superfície, como a gasolina, o álcool, o GLP (gás liquefeito de petróleo). Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo espuma, dióxido de carbono e pó químico.
- Classe C: Incêndio que envolva materiais condutores que estejam potencialmente conduzindo corrente elétricas. Neste caso o agente extintor não pode ser um condutor para não eletrocutar o operador. Para esta classe devem ser utilizados apenas os extintores contendo dióxido de carbono e pó químico.
- Classe D: Incêndio que envolva metais pirofóricos como por exemplo potássio, alumínio, zinco ou titânio. Requerem extintores com agentes especiais que extinguem o fogo por abafamento, como os de cloreto de sódio.
- Classe A: Fogos que envolvem combustíveis sólidos como madeira, tecidos, borracha, papel e alguns tipos de plástico.
- Classe B: Fogo envolvendo combustíveis líquidos ou sólidos que podem se tornar líquidos tais como derivados de petróleo, óleos, tintas, resinas e algumas ceras e plásticos, não envolvendo gorduras ou óleos de cozinha.
- Classe C: Fogo envolvendo gases inflamáveis, tais como o gás natural, hidrogênio, propano, butano.
- Classe D: São incêndios que envolvem alguns metais e com certa forma de apresentação que exigem para sua extinção agente especial. Dentre os metais combustíveis há os pirofóricos tais como: sódio, potássio, lítio, césio, e algumas ligas não auto inflamáveis tais como: magnésio, titânio, zircónio, etc.
- Classe E: São incêndios que envolvem materiais radioativos e químicos, cujos riscos acrescem aos do próprio incêndio exigindo do brigadista um maior conhecimento e um fator maior de proteção.
- Classe K: Fogos envolvendo materiais líquidos e sólidos como óleos e gorduras de substâncias comestíveis tendo como exemplo de ambiente as cozinhas industriais. Esta norma passou a vigorar em 1999 pela NFPA e ainda não é muito conhecida
- OBS: OS MAIS USADOS SÃO OS DA CLASSE A, B, C e D.
http://www.areaseg.com/bib/11%20-%20Fogo/apostila-02.pdf

Ótimo!
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