sábado, 24 de setembro de 2011

Prevenção e Combate a Incêndio.

Prevenção 
A prevenção de incêndio envolve uma série de providências e
Cuidados, cuja aplicação e desenvolvimento visam evitar o aparecimento de um.
Princípio de incêndio, ou pelo menos limitar a propagação do fogo caso ele surja.
Verifica-se que a causa material da maioria absoluta dos incêndios é sempre
Acidental, isto é, reflete o resultado de falhas humanas. Daí concluir-se que
Praticamente os incêndios que destroem Edificações industriais, comerciais e.
Residenciais, têm origem em condições e atos inseguros perfeitamente evitáveis.
Numa flagrante demonstração de que a todos cabe uma parcela de
Responsabilidade.
A adoção de medidas preventivas visando evitar o incêndio e o pânico,
Sem dúvida preservará a segurança e a tranquilidade das pessoas nos seus locais
De trabalho e nos lares, além de converterem-se em benefícios social e econômico.
Para a sociedade em geral. Porém, para que isto se torne realidade, é preciso que.
Todos tomem consciência da necessidade da participação ativa na aplicação mais
Efetiva das medidas de segurança, pois não se trata apenas de proteger o patrimônio, mas também e, sobretudo, de resguardar a vida humana.
Classes de incêndios:
O agente extintor mais apropriado para cada tipo de incêndio depende do material que está em combustão. Em alguns casos, alguns agentes extintores não devem ser utilizados, pois coloca em risco a vida do operador do equipamento. Os extintores trazem em seu corpo as classes de incêndio para as quais é mais eficiente, ou as classes para as quais não devem ser utilizados:
  • Classe A: Incêndio em materiais sólidos cuja queima deixa resíduos ocorrendo em superfície e em profundidade, como madeira, papel, tecidos, borracha. Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo água ou espuma.
  • Classe B: Incêndio em líquidos e gases cuja queima não deixa resíduo e ocorre apenas na superfície, como a gasolina, o álcool, o GLP (gás liquefeito de petróleo). Para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo espuma, dióxido de carbono e pó químico.
  • Classe C: Incêndio que envolva materiais condutores que estejam potencialmente conduzindo corrente elétricas. Neste caso o agente extintor não pode ser um condutor para não eletrocutar o operador. Para esta classe devem ser utilizados apenas os extintores contendo dióxido de carbono e pó químico.
  • Classe D: Incêndio que envolva metais pirofóricos como por exemplo potássio, alumínio, zinco ou titânio. Requerem extintores com agentes especiais que extinguem o fogo por abafamento, como os de cloreto de sódio.
Na Europa e na Oceania é usado um sistema de classificação ligeiramente diferente:
  • Classe A: Fogos que envolvem combustíveis sólidos como madeira, tecidos, borracha, papel e alguns tipos de plástico.
  • Classe B: Fogo envolvendo combustíveis líquidos ou sólidos que podem se tornar líquidos tais como derivados de petróleo, óleos, tintas, resinas e algumas ceras e plásticos, não envolvendo gorduras ou óleos de cozinha.
  • Classe C: Fogo envolvendo gases inflamáveis, tais como o gás natural, hidrogênio, propano, butano.
  • Classe D: São incêndios que envolvem alguns metais e com certa forma de apresentação que exigem para sua extinção agente especial. Dentre os metais combustíveis há os pirofóricos tais como: sódio, potássio, lítio, césio, e algumas ligas não auto inflamáveis tais como: magnésio, titânio, zircónio, etc.
  • Classe E: São incêndios que envolvem materiais radioativos e químicos, cujos riscos acrescem aos do próprio incêndio exigindo do brigadista um maior conhecimento e um fator maior de proteção.
  • Classe K: Fogos envolvendo materiais líquidos e sólidos como óleos e gorduras de substâncias comestíveis tendo como exemplo de ambiente as cozinhas industriais. Esta norma passou a vigorar em 1999 pela NFPA e ainda não é muito conhecida
  • OBS: OS MAIS USADOS SÃO OS DA CLASSE A, B, C e D.
http://www.areaseg.com/bib/11%20-%20Fogo/apostila-02.pdf

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Diabetes mellitus .

Diabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo porém, quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde como por exemplo o excesso de sono no estágio inicial, problemas de cansaço e problemas físicos-táticos em efetuar as tarefas desejadas. Quando não tratada adequadamente, podem ocorrem complicações como Ataque cardíaco, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas na visão, amputação do pé e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações. [3]
Embora ainda não haja uma cura definitiva para a/o diabetes (a palavra tanto pode ser feminina como masculina), há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador.
Diabetes é uma doença bastante comum no mundo, especialmente na América do Norte e norte da Europa, acometendo cerca de 7,6% da população adulta entre 30 e 69 anos e 0,3% das gestantes. Alterações da tolerância à glicose são observadas em 12% dos indivíduos adultos e em 7% das grávidas. Porém estima-se que cerca de 50% dos portadores de diabetes desconhecem o diagnóstico. Segundo uma projeção internacional, com o aumento do sedentarismo, obesidade e envelhecimento da população o número de pessoas com diabetes no mundo vai aumentar em mais de 50%, passando de 380 milhões em 2025.
Dependendo da causa, o Diabetes pode ser classificado como:
  • Destruição das células beta, usualmente levando à deficiência completa de insulina.
  1. Auto-imune
  2. Idiopático (causa desconhecida)
  • Graus variados de diminuição de secreção e resistência à insulina
III. Outros tipos específicos
  1. Defeitos genéticos da função da célula β
  2. Defeitos genéticos da ação da insulina
  3. Doenças do pâncreas exócrino
  4. Endocrinopatias
  5. Indução por drogas ou produtos químicos
  6. Infecções
  7. Formas incomuns de diabetes imuno-mediado
IV. Diabetes gestacional

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Diabetes_mellitus

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Armazenamento de Ferramentas

É comum ver trabalhadores transportando suas ferramentas inadequada, um exemplo disso, quem nunca viu alguém subir numa escada pra fazer uma manutenção com chave de fenda, alicate, armazenados nos bolsos da roupa? E achamos aqui tão normal? É ai onde esta o perigo. Essa chave de fenda pode causar um acidente, o  armazenar essas ferramentas deve ser de forma correta e ordenada como manda a norma, com caixas especificas, bolsas ou cinturões especialmente desenhados.
 O estado de conservação desse material dever ser analisado periodicamente, uma vez que mal conservadas pode ocasionar um risco pra quem manuseia.
Sobre a manutenção: como foi falado anteriormente deve ser revisado periodicamente o seu estado, reparar os defeitos quando possíveis ou descarta a ferramenta. (OBS: se os reparos não surtirem efeitos, nunca insistir em utilizar aquela ferramenta, descarte-a imediatamente), não fazer reparos provisórios que produzam risco de acidentes, os reparos devem ser realizados sempre que preciso por pessoal especializado.
 Esses são requisitos para evitar que acidentes ocorram, e acima de tudo zele por sua integridade física.

domingo, 4 de setembro de 2011

Riscos Ambientais no Trabalho

DEFINIÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NO TRABALHO
Consideram-se riscos ambientais os agentes químicos, físicos, biológicos, existentes nos ambientes de trabalho. Em alguns casos significativos utilizamos também referenciar os agentes ergonômicos e os riscos de acidentes como riscos ambientais para este efeito. Os riscos ambientais são capazes de causar danos à saúde e à integridade física do trabalhador devido a sua natureza, concentração, intensidade, suscetibilidade e tempo de exposição. Os riscos ambientais ou profissionais estão divididos em cinco grupos principais:
1)  RISCOS FÍSICOS
Os riscos físicos são efeitos gerados por máquinas, equipamentos e condições físicas características do local de trabalho, que podem causar prejuízos á saúde do trabalhador.

2) RISCOS QUÍMICOS

Estes riscos são representados pelas substâncias químicas que se encontram nas formas líquida, sólida e gasosa. Quando absorvidos pelo organismo, podem produzir reações tóxicas e danos á saúde. Há três vias de penetração no organismo: - Via respiratória: inalação pelas vias aéreas - Via cutânea: absorção pela pele - Via digestiva: ingestão.
3) RISCOS BIOLÓGICOS
Os riscos biológicos são causados por microrganismos invisíveis a olho nu, como bactérias, fungos, vírus, bacilos e outros, São capazes de desencadear doenças devido à contaminação e pela própria natureza do trabalho.
4) RISCOS ERGONÔMICOS
Estes riscos são contrários às técnicas de ergonomia, que propõem que os ambientes de trabalho se adaptem ao homem, propiciando bem estar físico e psicológico. Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos – do ambiente – e a fatores internos – do plano emocional. Em síntese: ocorrem quando há disfunção entre o indivíduo, seu posto de trabalho e seus equipamentos.
5) RISCOS DE ACIDENTES
Riscos de acidentes ocorrem em função das condições físicas – de ambiente físico e do processo de trabalho – e tecnológicas impróprias capazes de provocar lesões à integridade física do trabalhador.