segunda-feira, 10 de junho de 2013

O Projeto de Jesus.

Aquele que ama é como um espelho de Cristo porque Cristo é amor, aquele que prova do amor verdadeiro pode fazer o que quiser, pois quem vivencia e exala amor não cabem ódio nem maldade no seu coração.
 Jesus já nos disse: “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos ameei” Esta é a chave de todas as coisas. Um Cristão que busca SEGUIR Jesus deve começar simplesmente amando.
Para Santo Agostinho, o amor é uma lei existencial porque existe habita o ser humano: “ninguém poderá existir sem amar...” Não é uma existência simplesmente jogada no mundo, porque é o amor que dá significado ao próprio ser e existir. A escolha do objeto do amor é o ser, que é o todo, aquilo que o abrange e envolve, constituindo uma relação de reciprocidade entre o amor e o ser. O ser é totalidade que envolve e abrange o amor. O amor, por sua vez, tem a capacidade de envolver o ser e tornar-se ser com ele.
Busquemos ser imitadores de Cristo, pois se assim fazemos, conheceremos e aprenderemos e seremos essencialmente AMOR.

Rafael Lucena.

A Santa Missa Parte Final


Chegamos ao nosso último dia, hoje veremos o rito de comunhão e os ritos finais, espero que todos tenham gostado e aprendido um pouco mais sobre a Santa Missa como eu aprendi, tudo isso é nossa missão como Cristão, Evangelizar seja como for, onde for e pra quer que seja.
Rito de Comunhão:
Jesus agora está vivo e presente sobre o altar. É real sua presença e se manifesta em bondade amor. Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei e eterno, deixou como Mistério de Salvação para todos os que nele creem. Comungar é receber Cristo, Rei dos Reis, para alimento da vida eterna.
Ritos Finais:
É hora da reflexão final, tudo que sentimos e vivemos, será completado pela benção final, pelas mãos do Sacerdote, Deus nos abençoa. É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa.
Ao deixarmos o interior da Igreja, a celebração deve continuar ecoando em nós no nosso dia-dia, pois Jesus não ficou no altar, mas está dentro de nós.
Considerações Gerais:
A Missa é uma oração, a melhor das orações; a rainha, assim dizia São Francisco Sales. Nela reza Jesus Cristo, homem-Deus. Nós devemos apenas associar-nos. “O que pedires ao Pai em meu nome Ele vo-lo dará” (Jo 16,23)
Os anjos presentes oram por nós e oferecem nossa oração a Deus. É o presente mais agradável que podemos oferecer à Santíssima Trindade. Cada Missa eleva nosso lugar no céu e aumenta nossa felicidade terna. Cada vez que olhamos cheios de fé para a Santa Hóstia, ganhamos uma recompensa especial no céu.
Paz e bem para TODOS!

domingo, 9 de junho de 2013

A Santa Missa Parte VIII


Chegamos ao nosso oitavo dia e vamos ver hoje toda a preparação para o ápice da celebração, que é a Comunhão.
Consagração do Pão e do Vinho:
Pelas mãos e oração do Sacerdote o Pão e Vinho se transformam em Corpo e Sangue de Jesus. O Celebrante estende as mãos sobre o Pão e Vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo.
Neste momento por ordem de Nosso Senhor e recordando o que o próprio Jesus fez na sua Ceia derradeira o Padre pronuncia: “Tomai todos e Comei... depois: Tomai todos e Bebei”. E completa dizendo: “Fazei isto em memória de mim!” aqui se cumpre a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.
Novamente começa o Sacrifício de Jesus e diante de nós está o Calvário, e agora somos nós que estamos aos pés da Cruz. Em silêncio recolhemo-nos no fundo do nosso coração e adoramos ao nosso Salvador, oferecendo-lhe nossa vida, dores, sofrimentos para que seja crucificado junto com Ele, na esperança da Salvação.
“Eis o mistério da Fé”, quando o sacerdote pronuncia estas palavras, estamos nós diante do Mistério de Deus. E o mistério é aceito para aquele que crê.
Orações pela Igreja:
A oração pela Igreja é para que nós nos unamos com toda Igreja através de nossas orações, rezamos uns pelos outros afim que esta intercessão chegue ao Pai.
“Por Cristo, Com Cristo e Em Cristo”, neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o Cálice e a assembleia responde amém.
Pai Nosso
O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos. Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do Senhor na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo.
Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante. Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. Após o Pai Nosso na Missa não se diz amém, pois a oração seguinte é continuação.
A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição. Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.

Fração do Pão:
O Padre parte a Hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue num mesmo sacrifício e mesma comunhão.
Cordeiro de Deus:
Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o “Cordeiro de Deus’”. Os fiéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez, para que recebam Cristo em sua morada.



sábado, 8 de junho de 2013

A Santa Missa Parte VII


Boa noite amigos, seguindo nosso cronograma hoje vamos ver sobre a Oração dos fieis.
A Comunidade unida em um só pensamento e desejo eleva a Deus seus pedidos e anseios, pedidos coletivos e também pessoais. As orações podem ser conforme o tempo litúrgico ou campanhas da igreja, como por exemplo a Campanha da Fraternidade. Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.
 Liturgia Eucarística
Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor. Iniciam-se com as oferendas. A comunidade oferece seus sacrifícios através do pão e do vinho entregues ao Sacerdote para a transformação.
Procissão das Oferendas
As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem e da mulher que trabalham. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus.
Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida.
O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho que simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos: essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.
Santo
Prefácio é um hino "abertura" que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo "Corações ao alto!" É um hino que proclama a santidade de Deus e dá graças ao Senhor.
O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.
Continuaremos amanhã até lá pessoal.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

A Santa Missa Parte VI


Chegamos ao nosso sexto dia de postagens sobre a Santa Missa, tivemos uma linda experiência a respeito da liturgia da palavra nas ultimas postagens, hoje vamos ver o momento após a homilia que se chama Profissão de Fé e o que isso quer dizer? Vejamos.

O Credo é uma forma doutrinária ou profissão de fé. Também é conhecido como símbolo dos apóstolos. Era a princípio uma proclamação batismal enunciada pelo catecúmeno, contendo as proposições objeto da fé na qual estava sendo admitido o batizado. Em 325, passou a ser uma síntese dos dogmas da fé promulgada pela autoridade eclesiástica, através do concílio de Nicéia.

Credo Niceno-Constantinopolitano: o nome tem a ver com o Primeiro Concílio de Niceia (325), no qual foi adaptado, e com o Primeiro Concílio de Constantinopla (381), onde foi aceita uma versão revista.

Versão em português do Credo Niceno-Constantinopolitano:

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus, e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados, e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

Credo apostólico:

Segundo uma antiga tradução, os doze apóstolos, reunidos em Jerusalém, teriam estabelecido em comum os rudimentos da nova fé, cada um ditando seu artigo. Essa versão era recitada pelos novos cristãos no momento do Batismo, e ficou conhecida como Credo Apostólico. É o credo que professamos na hora da Missa.

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus, e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados, e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

Amanhã daremos sequencia com a Oração dos fiéis, até lá, PAZ E BEM PARA TODOS.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

A Santa Missa Parte V

Boa noite amigos, chegamos ao nosso quinto dia de ensinamentos sobre a Santa Missa, ontem vimos um pouco sobre o Ano Litúrgico, vimos que ele se divide em Tempos Litúrgicos e  é sobre eles que vamos nos aprofundar hoje.

Tempos litúrgicos existem em toda a Igreja Católica. Há apenas algumas diferenças entre os vários ritos, nomeadamente em relação à duração de cada um e à data e importância de determinadas festividades. A descrição que se segue corresponde ao Rito Romano.

O Advento: do latim Adventus “chegada”, do verbo Advenire “chegar a”. É o primeiro tempo do Ano Litúrgico, inicia-se quatro Domingos antes do Natal e termina do dia 24 de Dezembro. O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc. A cor usada neste tempo é o Azul, nas celebrações utiliza-se quatro velas que são acesas que simbolizam as quatro semanas do Advento.

Tempo do Natal: Após a celebração anual da pascoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem. O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus no ciclo do Natal são celebradas as festas da Sagrada Família, de Maria, Mãe de Jesus e do Batismo de Jesus.

Quaresma: É o tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e ORAÇÃO. Ele vem preparar para a Páscoa do Senhor e tem duração de Quarenta dias (quadragésima dies) que nos remete também aos quarenta dias que o Senhor foi tentado no deserto, inicia-se na quarta-feira de cinzas e termina no Lava Pés. Neste tempo não se pronuncia o Aleluia, nem se colocam flores na Igreja, as imagens ficam veladas com tecidos roxos, com exceção da cruz, que só é velada na Semana Santa, não deve se cantar a Glória a Deus nas alturas. A cor litúrgica é o Roxo, podendo ser usado o Rosa para o 4º Domingo e Vermelho para o Domingo de Ramos.

Tríduo Pascal: Começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa, na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Cristo (É o único dia do ano que não tem Missa, acontece uma Celebração da Palavra chamada “Ação ou Ato Litúrgico”.), Na noite de Sábado Santo, já pertencente ao Domingo de Páscoa, acontece a Solenidade da Vigília Pascal. A cor usada é o Vermelho

Tempo Pascal: Festa da Páscoa ou da Ressureição do Senhor se estende por CINQUENTA dias entre o Domingo de Páscoa e o Domingo de Pentecostes. A cor mais usada é o amarelo
Tempo Comum: Período de trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade, os Mistérios de Cristo. É o período mais extenso do Ano Litúrgico, distribuído entre a festa do Batismo de Jesus até o começo da Quaresma e as outras semanas entre a segunda-feira depois de Pentecostes e o inicio do Advento. A cor que se utiliza no Tempo Comum é o Verde.

Espero que tenham gostado e amanhã tem mais, encerrando a Liturgia da Palavra vamos ver um pouco sobre a Profissão de Fé, até lá.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A Santa Missa Parte IV



Dando continuidade a Liturgia da palavra, que explicamos na postagem de ontem, hoje veremos o que é o Ano Litúrgico.
Como vimos anteriormente a Palavra que é proclamada na Santa Missa depende de cada tempo litúrgico que a Igreja esteja contemplando.
Ano Litúrgico: é o período de doze meses, que são divididos em TEMPOS Litúrgicos, onde se celebram como memorial, os mistérios de Cristo, assim como a memoria aos Santos de Deus.
O Ano Litúrgico começa no 1º Domingo do ADVENTO (quatro semanas antes do Natal do Senhor) e termina no Sábado anterior a ele.
Vale a pena lembrar que o Ano Litúrgico é composto de dias, e que esses dias são santificados pelas celebrações litúrgicas do povo de Deus, principalmente pelo Sacrifício Eucarístico e pela Liturgia das Horas. Por esses dias serem santificados, eles passam a serem denominados dias litúrgicos. A celebração do Domingo e das Solenidades, porém, começa com as vésperas (na parte da tarde) do dia anterior.
Entre os dias litúrgicos da semana, no primeiro dia, ou seja, no Domingo (Dia do Senhor), a Igreja celebra o Ministério Pascal de Jesus, obedecendo à tradição dos Apóstolos. Por esse motivo, o Domingo deve ser tido como o principal dia de festa.
A Igreja estabeleceu, para o Rito Romano, uma sequência de leituras bíblicas que se repetem a cada três anos, nos domingos e nas solenidades.
As leituras desses dias são divididas em ano A, B e C. No ano “A” leem-se as leituras do Evangelho de São Mateus; no ano “B” o de São Marcos e no Ano “C” o de São Lucas. O Evangelho de João é reservado para as ocasiões especiais, principalmente as grandes Festas e Solenidades.
Nos dias de semana do Tempo Comum, há leituras diferentes para os anos pares e para os anos ímpares, tirando o Evangelho, que se repete ano a ano. Deste modo, os católicos, de três em três anos, se acompanharem a liturgia diária, terão lido quase toda a Bíblia.
O Ano Litúrgico da Igreja é assim dividido:
1.                Ciclo da Páscoa
2.                Ciclo de Natal
3.                Tempo comum
4.                Ciclo santonal

Amanhã continuaremos com os TEMPOS LITÚRGICOS passando por cada um deles, vamos conhecer cada um dos tempos e as cores que são usadas em cada um deles.
Espero vocês e se tiverem gostando das postagens não esqueça de compartilhar com seus amigos, passe a frente esta experiência de Fé.

terça-feira, 4 de junho de 2013

A Santa Missa Parte III

Neste terceiro dia, vamos nos aprofundar na liturgia da palavra, um momento na celebração em que Deus nos fala, a liturgia é um dos momentos mais importantes da missa, e está composta da seguinte forma:

Primeira Leitura: geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias
Salmos: após a Primeira Leitura, vem o “SALMO RESPONSORIAL”, é uma resposta à mensagem proclamada para ajudar a Assembleia a rezar e meditar na Palavra acabada de ser proclamada. Pode ser cantado ou recitado.
Segunda Leitura: Epístolas- é sempre tirada das CARTAS de pregação dos APÓSTOLOS (Paulo, Thiago, João, etc...), às diversas comunidades e também a nós, cristãos de hoje.
Canto de Aclamação: terminada  segunda leitura, vem a moonição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembleia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que vai nos falar.
 O Evangelho de Jesus: segundo Mateus, Marcos, Lucas e João conforme o tema do dia, toda a Assembleia está de pé, uma atitude de expectativa para ouvir a mensagem. A palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar “dividida” com nada: com nenhum barulho. Distração, preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar. A palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para o coração.
OBS: O sacerdote ao proclamar o Evangelho pronuncia: “Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo”... (O Evangelista do dia) e a Assembleia responde: “Glória a vós Senhor”. Neste momento tanto o sacerdote quanto a Assembleia faz três cruzes, uma na testa, outra na boa e outra no peito, que significa um pedido para que o Espírito Santo abra a mente, a boca e o Coração, para que não seja o homem que fale, mas sim Deus.
Homilia: é a interpretação e meditação das Palavras que foram proclamadas. A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas uma inspiração divina. Jesus tinha terminado sua missão na terra. Ele tinha ensinado o seu povo e em especial aos discípulos. Morreu e ressuscitou dos mortos. Com isso sua obra de Salvação não poderia parar, e assim Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do Pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse “homem de Deus”. Na homilia ele “atualiza” o que foi dito há dois mil anos e o que Deus nos quer falar hoje.
Baseado nas leituras, sempre relacionadas entre si, ou seja, uma completa a outra, o sacerdote faz a explicação e reflexão do que foi ensinado. Esta é uma hora muito importante da Santa Missa, pois é quando aprendemos grandes lições de vida e fazemos propósitos de aplica-las em nossas vidas. É também a hora em que podemos entender o poder da Palavra de Deus que nos liberta e faz de nós seus novos apóstolos.
As leituras são escolhidas pela Santa Igreja conforme o tempo que estamos vivendo, isto é, de acordo com o Calendário Litúrgico: tempo comum, Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes e para missas especificas como Batismos, Crisma, primeira comunhão etc.
E é sobre os tempos litúrgicos que falaremos amanhã, então não perca e compartilhe nossos textos nas redes sociais.
Paz e bem a TODOS!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

A Santa Missa Parte II


Boa noite amigos, neste segundo dia de ensinamentos sobre a Santa Missa aprenderemos o sentido do Ato penitencial, veremos também o cântico do Glória e a oração do sacerdote.
Tudo isso faz parte dos Ritos Iniciais da celebração.

Ato Penitencial

Nesse momento, toda a Comunidade, cada membro individualmente e todos nós temos nossas fraquezas, limitações e misérias, e, somos um povo Santo e Pecador.
O Ato Penitencial é um convite para cada um, olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.
Assim fazemos um Ato Penitencial, onde a comunidade e cada um dos fiéis, reconhecendo a condição de pecador, com verdadeiro e profundo arrependimento e, com o firme propósito de não cometê-los mais, suplicamos a MISERICÓRDIA DE DEUS e seu eterno amor, que pela intercessão de Jesus Cristo nosso Salvador, somos perdoados.
Após recebermos o perdão de Deus, concedido por sua infinita bondade através da invocação do Sacerdote, proclamamos com o coração aliviado o nosso hino de louvor e glória pela graça recebida.
Atenção: O perdão recebido no Ato Penitencial não significa que estamos isentos do sacramento da Confissão. Depois de fazer um completo exame de consciência, devemos nos confessar com um Sacerdote, principalmente quando cometemos um pecado grave ou mortal. E também não dá a ninguém que não faça a confissão, o direito a participar da Comunhão. Esse perdão é só para aqueles que se confessam sempre e que não estejam em pecado grave e que participam todos os domingos da Santa Eucaristia. Assumem o risco de aqueles que não tomam esses cuidados de cometer um pecado maior.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja glorifica a Deus Pai e ao Cordeiro. Não constitui aclamação trinitária. Louvamos ao Pai a ao Filho, expressando através do canto, a nossa alegria de filhos de Deus.

ORAÇÃO

OREMOS é seguido de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.
Amanhã entraremos na Liturgia da palavra e veremos o quanto é rico é este momento dentro da celebração vamos entender cada passo, então até lá, não percam.
A paz esteja conosco e é o amor de Cristo que nos une.


domingo, 2 de junho de 2013

A Santa Missa Parte I


A paz esteja conosco! Caríssimos, todos os dias serão postados aqui no blog os sentidos de cada parte da Santa Missa, uma forma de aprendermos mais sobre o valor dela.
Vamos ver aqui o porquê de gestos, sobre a liturgia e muitas outras coisas, espero que seja um aprendizado proveitoso para todos e assim essas postagens sejam sinais de evangelização para todos nós.
Hoje veremos um pouco sobre os Ritos iniciais da Santa Missa.
Entrada e Saudação:
Na entrada a Comunidade recebe o celebrante, ao mesmo tempo em que responde: "Eis me aqui Senhor!", vim para atender o vosso chamado, vim para louvar, agradecer, bendizer, adorar e estou inteiramente a seu dispor.
Na saudação inicial o Sacerdote ou Ministro da Eucaristia, invoca a Santíssima Trindade, onde Jesus já se faz presente na celebração, pois ele mesmo disse: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, ali estarei Eu no meio deles".
Livres das preocupações mundanas, nesse momento e nesse lugar sagrado que é a igreja, o ser humano se torna iluminado na medida em que se coloca totalmente nas mãos de Deus e se entrega a um momento sagrado de união com os irmãos e com a Santíssima Trindade.

O sinal da Cruz:
 É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz.
Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço, não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.
O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO", tem um sentido bíblico. Nome em sentido bíblico quer dizer a própria pessoa. Isto é, iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.

Amanhã veremos tem mais, vamos ver o sentido do Ato Penitencial, até lá irmãos. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, para sempre seja louvado.